quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Filme: Querido John - Quiz de compreensão Oral



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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Veículo aéreo não tripulado, uma das ferramentas tecnológicas (Drone) de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha


Durante a primeira semana do evento ” Morar Mais por Menos” a empresa Protecães Brasil manteve exposto no espaço institucional do CAU/MT, um Drone, equipamento de voo não tripulado controlado por rádio que gera imagens e pode realizar vídeos e fotos da cidade à 150 metros de altura do solo, e realizou demonstrações de uso.
Os voos aconteceram na capital mato-grossense e foram desenvolvidos numa área escolhida através do Sistema de Inteligência Geográfica do CAU – IGEO, uma das ferramentas tecnológicas de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha, localizada na região central da cidade, compreendendo os bairros Jardim Cuiabá, Goiabeiras e Verdão – sendo o último onde se localiza a Arena Pantanal, estádio em obras para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014.
      
O Fórum de Presidentes de CAU/UFs  ocorrido em Brasília, nos dias 18 e 19 de julho, discutiu questões relacionadas à Fiscalização dos Conselhos Estaduais.  O encontro proporcionou trocar experiências exitosas e apresentar tecnologias que buscam agilidade e precisão para a atuação dos profissionais de Fiscalização dos Conselhos.  Com isso, o CAU/BR tem investido fortemente em ferramentas tecnológicas – ao disponibilizar dados do Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU), ao oferecer mapas online em paralelo com emissão de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e outros complementos ofertados pelo Sistema de Inteligência Geográfica do CAU (IGEO).
Nesse sentido, o CAU/MT representando cerca de 1500 profissionais no Estado busca implementar a missão do Conselho, consolidada na Lei Federal 12.378, artigo 24, que estabelece: ” O CAU/BR e os CAUs têm como função orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”.













Dentro da importância do assunto, o CAU/MT desenvolve ações de Fiscalização,  ao criar parcerias com as Prefeituras do Estado e ao levar a temática à eventos institucionais direcionados a categoria, como a Mostra Morar Mais por Menos na qual foi demonstrada a distribuição dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo no Estado, bem como identificado todos os pontos de obras nos municípios de Mato Grosso projetados e construídos por Arquitetos.

   Fonte: http://www.caumt.org.br/?p=7668 
Por Ana Eliza Lucialdo, Drone na Arena Pantanal, voo de teste.










CAU/BR realiza treinamento de fiscalização no CAU/MT


O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, CAU/BR realiza nesta semana, de 16 a 20 de setembro, o treinamento que faz parte do Programa de Descentralização e Operacionalização do Sistema de Inteligência Geográfica (IGEO), na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso-CAU/MT, em Cuiabá.
Participantes do treinamento de IGEO no CAU/MT
O objetivo do encontro visa aprimorar os conhecimentos das ferramentas utilizadas na Fiscalização. O IGEO funciona em conjunto com o Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU) e com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE permitindo a geração de dados que norteiam as ações dos Conselhos Estaduais – CAU/ UFs como: Mapas, rebatimento territorial e identificação de registro de responsabilidade técnica (RRT) emitidas pelos profissionais.
Participam do treinamento os profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis, os arquitetos e urbanistas Claudio Miranda, presidente do CAU/MT, Amanda Souto Spanevello, gerente técnica do CAU/MT, Thalita Evangelista Del Nero, gerente técnica do CAU/RO, Matozalém Sousa Santana, gerente técnico do CAU/TO, Odenil Alcântara, agente de fiscalização do CAU/MT, Denis Lopes da Silva, agente de fiscalização do CAU/RO e Jandira Pedrollo, assessora técnica do CAU/MT.
Participam do treinamento profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis.
O instrutor, Humberto Malheiros, colaborador da empresa Notoriun Tecnologia, enfatiza que o conhecimento da ferramenta disponibilizada pelo CAU/BR é um grande instrumento otimizador na rotina dos profissionais dos Conselhos Estaduais.
Na abertura do treinamento, o presidente do CAU/MT, Claudio Miranda, falou da importância da capacitação e da necessidade que a ferramenta do geoprocessamento seja apropriada e internalizada, não só pela fiscalização, mas, por toda equipe de funcionários do Conselho.
O geoprocessamento permitirá ao Conselho, uma atuação mais qualificada da Fiscalização, das ações profissionais de Arquitetura e Urbanismo no território e a viabilização das sinergias possibilitadas pela inteligência geográfica do sistema.
Esse processo se baseará na atualização entre o sistema computacional e a disponibilização de ferramenta de IGEO na web, interagindo com as ações de fiscalização realizadas por meio de tablets conectados ao sistema via web.
Inclusive, o Presidente relatou a experiência do ambiente desenvolvido para a Mostra Morar Mais por Menos no Espaço do CAU/MT, que utilizou o IGEO para mapear todos os Arquitetos e Urbanistas mato-grossenses e relatou que a aceitação da iniciativa pelos profissionais foi um sucesso.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Manifesto - “Grito das Cidades”


Arquitetos e Urbanistas apoiados por diversos segmentos da sociedade reunidos no
Simpósio com o título em epígrafe, no Auditório das Procuradorias do Ministério
Público Estadual, no dia 14 de agosto passado, vêm dispor em público, as conclusões,
recomendações e encaminhamentos tirados nesse Encontro.
As cidades do Estado de Mato Grosso, principalmente aquelas conviventes direta ou
indiretamente com a dinâmica do agronegócio e com as oportunidades econômicofinanceiras de nossa região de fronteira, mas também, aquelas marginalizadas das
oportunidades de um desenvolvimento regional equilibrado, necessitam da
implementação de uma Política articulada de planejamento e gestão urbana, orientada
pelas escalas locais e regionais de planejamento, de forma a garantir o cumprimento
do "Direito à Cidade" para todos.
O Planejamento a que se refere este Manifesto é o Planejamento Urbano em todas as
suas dimensões. Esse Planejamento deverá englobar tanto a elaboração continuada de
projetos estruturantes quanto à elaboração e a condução de todos os "Projetos
Especiais" captados a partir de repasses e financiamentos do Governo Federal, de
Bancos Federais e de organismos externos de crédito, bem como, aqueles oriundos de
parcerias público-privadas.
A metodologia de implantação desse processo de Planejamento terá que ser
construída a partir de estruturas públicas e da sociedade civil e coordenadas por
técnicos dos diversos campos do conhecimento. Essas estruturas públicas deverão ter
a sua natureza voltada para o planejamento a curto, médio e longo prazo, deverão
estar desvinculadas do cotidiano das ações de natureza executiva e ter em sua
coordenação, profissional com competência e atribuições comprovadas para o seu
exercício e com contingente de profissionais, de vinculação permanente, em número
compatível com aqueles dos quadros de planejamento das cidades que nos servem de
exemplo nesse campo.
Essas estruturas devem estar vinculadas diretamente aos gestores do mais alto escalão
de suas unidades federativas e disporem de canais institucionais diretos com as
estruturas de representação da sociedade como Conselhos e fóruns de
desenvolvimento urbano e ambiental. 
O Governo Estadual, em sua responsabilidade estruturadora da Rede de cidades do

Estado, deverá ter como missão, a assunção dessas diretrizes em sua escala estadual, no fomento à consolidação das estruturas de Consórcios Municipais, como também na
recém-criada Agência Metropolitana.
O Simpósio estabeleceu como princípios norteadores do Planejamento os seguintes
eixos:
- Mobilidade: Inversão do paradigma da concentração dos investimentos públicos nos
transportes motorizados individual, para o transporte motorizado coletivo e para os
sistemas de mobilidade não motorizados trazendo os pedestres, as pessoas com
deficiências e o transporte cicloviário para o primeiro plano de atenção.
- Política Habitacional: Ampliação do debate sobre a política habitacional, invertendo o
paradigma único da construção dos "conjuntos habitacionais", pela urbanização dos
assentamentos precários e sua regularização fundiária com a implementação do acesso
de todos a uma política de Assistência Técnica para o projeto de execução, reforma e
ampliação de moradias.
- Paisagem Urbana: Valorização da importância da adoção da Paisagem como
significante de todos os projetos urbanísticos das cidades, tendo como elemento
direcionador os rios e córregos de nossas cidades e, como elemento estruturante, o
seu patrimônio material e imaterial.

Cuiabá, 14 de Agosto de 2013


Organizadores do Simpósio – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso