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sábado, 24 de janeiro de 2015

O arranha-céu luxuoso onde cada apartamento tem sua própria piscina infinita

  • Muitas pessoas não gostam de viver em mansões afastadas da cidade, e sim morar em prédios nos grandes centros, mas na maioria das vezes os apartamentos desses prédios não têm o mesmo padrão das mansões. A área de lazer geralmente é  compartilhada entre os moradores.
  • Já imaginou morar em um prédio onde cada apartamento tem a sua própria piscina? Esse é justamente o projeto do Bandra Ohm, em Mumbai – Índia. O Bandra é um luxuoso e altíssimo prédio residencial onde os moradores terão o mesmo padrão das mansões, em forma de apartamento.
  • James Law Cybertecture, um escritório de arquitetura com sede em Hong Kong, desenhou a estrutura, que contará com 30 andares e 100 unidades.
  • Este é o Bandra Ohm em Mumbai, na Índia: muito luxo em um só lugar
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  • São 100 unidades de apartamentos, todos com piscina privativa!
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  • Depois de desenhar o edifício para representar o efeito de cascatas, os designers aproveitaram o espaço vazio no meio do prédio e fizeram uma espécie de clube. 
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    Como você pode ver a partir desta foto, a superfície da piscina é nivelada com o piso em cada unidade, o morador pode sair na piscina direto para a sua sala de
  • estar.
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  • O Bandra Ohm está atualmente sendo desenvolvido pelos arquitetos, e suas unidades provavelmente serão caríssimas!
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  • Fonte: Elite Daily

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Veículo aéreo não tripulado, uma das ferramentas tecnológicas (Drone) de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha


Durante a primeira semana do evento ” Morar Mais por Menos” a empresa Protecães Brasil manteve exposto no espaço institucional do CAU/MT, um Drone, equipamento de voo não tripulado controlado por rádio que gera imagens e pode realizar vídeos e fotos da cidade à 150 metros de altura do solo, e realizou demonstrações de uso.
Os voos aconteceram na capital mato-grossense e foram desenvolvidos numa área escolhida através do Sistema de Inteligência Geográfica do CAU – IGEO, uma das ferramentas tecnológicas de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha, localizada na região central da cidade, compreendendo os bairros Jardim Cuiabá, Goiabeiras e Verdão – sendo o último onde se localiza a Arena Pantanal, estádio em obras para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014.
      
O Fórum de Presidentes de CAU/UFs  ocorrido em Brasília, nos dias 18 e 19 de julho, discutiu questões relacionadas à Fiscalização dos Conselhos Estaduais.  O encontro proporcionou trocar experiências exitosas e apresentar tecnologias que buscam agilidade e precisão para a atuação dos profissionais de Fiscalização dos Conselhos.  Com isso, o CAU/BR tem investido fortemente em ferramentas tecnológicas – ao disponibilizar dados do Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU), ao oferecer mapas online em paralelo com emissão de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e outros complementos ofertados pelo Sistema de Inteligência Geográfica do CAU (IGEO).
Nesse sentido, o CAU/MT representando cerca de 1500 profissionais no Estado busca implementar a missão do Conselho, consolidada na Lei Federal 12.378, artigo 24, que estabelece: ” O CAU/BR e os CAUs têm como função orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”.













Dentro da importância do assunto, o CAU/MT desenvolve ações de Fiscalização,  ao criar parcerias com as Prefeituras do Estado e ao levar a temática à eventos institucionais direcionados a categoria, como a Mostra Morar Mais por Menos na qual foi demonstrada a distribuição dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo no Estado, bem como identificado todos os pontos de obras nos municípios de Mato Grosso projetados e construídos por Arquitetos.

   Fonte: http://www.caumt.org.br/?p=7668 
Por Ana Eliza Lucialdo, Drone na Arena Pantanal, voo de teste.










CAU/BR realiza treinamento de fiscalização no CAU/MT


O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, CAU/BR realiza nesta semana, de 16 a 20 de setembro, o treinamento que faz parte do Programa de Descentralização e Operacionalização do Sistema de Inteligência Geográfica (IGEO), na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso-CAU/MT, em Cuiabá.
Participantes do treinamento de IGEO no CAU/MT
O objetivo do encontro visa aprimorar os conhecimentos das ferramentas utilizadas na Fiscalização. O IGEO funciona em conjunto com o Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU) e com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE permitindo a geração de dados que norteiam as ações dos Conselhos Estaduais – CAU/ UFs como: Mapas, rebatimento territorial e identificação de registro de responsabilidade técnica (RRT) emitidas pelos profissionais.
Participam do treinamento os profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis, os arquitetos e urbanistas Claudio Miranda, presidente do CAU/MT, Amanda Souto Spanevello, gerente técnica do CAU/MT, Thalita Evangelista Del Nero, gerente técnica do CAU/RO, Matozalém Sousa Santana, gerente técnico do CAU/TO, Odenil Alcântara, agente de fiscalização do CAU/MT, Denis Lopes da Silva, agente de fiscalização do CAU/RO e Jandira Pedrollo, assessora técnica do CAU/MT.
Participam do treinamento profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis.
O instrutor, Humberto Malheiros, colaborador da empresa Notoriun Tecnologia, enfatiza que o conhecimento da ferramenta disponibilizada pelo CAU/BR é um grande instrumento otimizador na rotina dos profissionais dos Conselhos Estaduais.
Na abertura do treinamento, o presidente do CAU/MT, Claudio Miranda, falou da importância da capacitação e da necessidade que a ferramenta do geoprocessamento seja apropriada e internalizada, não só pela fiscalização, mas, por toda equipe de funcionários do Conselho.
O geoprocessamento permitirá ao Conselho, uma atuação mais qualificada da Fiscalização, das ações profissionais de Arquitetura e Urbanismo no território e a viabilização das sinergias possibilitadas pela inteligência geográfica do sistema.
Esse processo se baseará na atualização entre o sistema computacional e a disponibilização de ferramenta de IGEO na web, interagindo com as ações de fiscalização realizadas por meio de tablets conectados ao sistema via web.
Inclusive, o Presidente relatou a experiência do ambiente desenvolvido para a Mostra Morar Mais por Menos no Espaço do CAU/MT, que utilizou o IGEO para mapear todos os Arquitetos e Urbanistas mato-grossenses e relatou que a aceitação da iniciativa pelos profissionais foi um sucesso.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Manifesto - “Grito das Cidades”


Arquitetos e Urbanistas apoiados por diversos segmentos da sociedade reunidos no
Simpósio com o título em epígrafe, no Auditório das Procuradorias do Ministério
Público Estadual, no dia 14 de agosto passado, vêm dispor em público, as conclusões,
recomendações e encaminhamentos tirados nesse Encontro.
As cidades do Estado de Mato Grosso, principalmente aquelas conviventes direta ou
indiretamente com a dinâmica do agronegócio e com as oportunidades econômicofinanceiras de nossa região de fronteira, mas também, aquelas marginalizadas das
oportunidades de um desenvolvimento regional equilibrado, necessitam da
implementação de uma Política articulada de planejamento e gestão urbana, orientada
pelas escalas locais e regionais de planejamento, de forma a garantir o cumprimento
do "Direito à Cidade" para todos.
O Planejamento a que se refere este Manifesto é o Planejamento Urbano em todas as
suas dimensões. Esse Planejamento deverá englobar tanto a elaboração continuada de
projetos estruturantes quanto à elaboração e a condução de todos os "Projetos
Especiais" captados a partir de repasses e financiamentos do Governo Federal, de
Bancos Federais e de organismos externos de crédito, bem como, aqueles oriundos de
parcerias público-privadas.
A metodologia de implantação desse processo de Planejamento terá que ser
construída a partir de estruturas públicas e da sociedade civil e coordenadas por
técnicos dos diversos campos do conhecimento. Essas estruturas públicas deverão ter
a sua natureza voltada para o planejamento a curto, médio e longo prazo, deverão
estar desvinculadas do cotidiano das ações de natureza executiva e ter em sua
coordenação, profissional com competência e atribuições comprovadas para o seu
exercício e com contingente de profissionais, de vinculação permanente, em número
compatível com aqueles dos quadros de planejamento das cidades que nos servem de
exemplo nesse campo.
Essas estruturas devem estar vinculadas diretamente aos gestores do mais alto escalão
de suas unidades federativas e disporem de canais institucionais diretos com as
estruturas de representação da sociedade como Conselhos e fóruns de
desenvolvimento urbano e ambiental. 
O Governo Estadual, em sua responsabilidade estruturadora da Rede de cidades do

Estado, deverá ter como missão, a assunção dessas diretrizes em sua escala estadual, no fomento à consolidação das estruturas de Consórcios Municipais, como também na
recém-criada Agência Metropolitana.
O Simpósio estabeleceu como princípios norteadores do Planejamento os seguintes
eixos:
- Mobilidade: Inversão do paradigma da concentração dos investimentos públicos nos
transportes motorizados individual, para o transporte motorizado coletivo e para os
sistemas de mobilidade não motorizados trazendo os pedestres, as pessoas com
deficiências e o transporte cicloviário para o primeiro plano de atenção.
- Política Habitacional: Ampliação do debate sobre a política habitacional, invertendo o
paradigma único da construção dos "conjuntos habitacionais", pela urbanização dos
assentamentos precários e sua regularização fundiária com a implementação do acesso
de todos a uma política de Assistência Técnica para o projeto de execução, reforma e
ampliação de moradias.
- Paisagem Urbana: Valorização da importância da adoção da Paisagem como
significante de todos os projetos urbanísticos das cidades, tendo como elemento
direcionador os rios e córregos de nossas cidades e, como elemento estruturante, o
seu patrimônio material e imaterial.

Cuiabá, 14 de Agosto de 2013


Organizadores do Simpósio – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Ética e Disciplina para arquitetos e urbanistas

Norma deverá entrar em vigor em setembro. Profissionais devem observar regras como responsabilidade socioambiental, fornecimento de proposta técnica aos clientes e proibição do recebimento de comissões

O Código de Ética e Disciplina do CAU/BR deve entrar em vigor nos próximos 30 dias. O texto foi aprovado na 21ª Reunião Plenária do Conselho e será amplamente divulgado à sociedade após verificação jurídica e linguística. A homologação da norma está prevista para os dias 5 e 6 de setembro. “É o primeiro Código de Ética e Disciplina específico para os arquitetos e urbanistas editado no Brasil. Tenho certeza de que contribuirá decisivamente para restaurar a imagem da profissão e qualificar o ensino e a prática de Arquitetura e Urbanismo”, disse o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro. “Trata-se de um instrumento de recuperação e valorização da profissão”.
A definição do Código é uma exigência prevista na Lei 12.378/2010, que criou o CAU/BR, e alinhada aos compromissos históricos da profissão com propósitos humanistas, de preservação socioambiental e identidade cultural. O texto é dividido em seis seções: (i) obrigações gerais; (ii) obrigações para com o interesse público, (iii) obrigações para com o contratante, (iv) obrigações para com a profissão, (v) obrigações para com os colegas e (vi) obrigações para com o CAU. As seções contém tanto princípios, que são normas de aplicação genérica, teórica ou abstrata, como também as regras, que serão de aplicação específica, mais voltadas a casos concretos. Há ainda recomendações que servem para orientar os profissionais.
“É evidente a mobilização social no Brasil em torno dos valores éticos, da dignidade, de respeito ao bem público e às pessoas”, afirma o arquiteto Napoleão Ferreira, coordenador da Comissão de Ética do CAU/BR. “O ambiente social e político que vivemos no país, com as manifestações de junho, cria uma oportunidade para que o Código se consolide como uma crença coletiva, com a sociedade cobrando a retificação de valores e um comportamento condizente dos arquitetos”.
Um dos princípios que o Código de Ética estabelece é a defesa do interesse público, respeitando o teor das leis que regem o exercício profissional e considerando as consequências sociais e ambientais de suas atividades. Uma das obrigações do profissional é manter informações públicas e visíveis dos projetos e obras sob sua responsabilidade técnica.
MEIO AMBIENTE – A preocupação com a sustentabilidade também está expressa no documento. De acordo com o texto aprovado, o arquiteto e urbanista deve contribuir para a melhoria do ambiente construído ou natural, considerando os princípios de sustentabilidade socioambiental.
“O profissional tem que ter a consciência de que suas decisões profissionais terão decorrências. Por isso ele deve evitar a degradação do meio ambiente urbano, estabelecer um compromisso com a cidade”, explica Napoleão Ferreira. “O arquiteto não pode desconhecer essas circunstâncias, nem alegar que recebeu ordens sem ter o discernimento de suas responsabilidades”.
O coordenador da Comissão de Ética explica que essa consciência deve determinar inclusive a escolha de certos materiais de construção. “Existem materiais que a lei permite o uso, mas que o arquiteto pode, por consciência, abster-se de usá-los, sabendo de seus riscos”, afirma.
Outra indicação do Código de Ética e Disciplina que pretende melhorar as relações entre arquitetos e clientes é a obrigatoriedade do profissional de condicionar seus serviços à apresentação de proposta técnica que inclua com detalhes os produtos oferecidos, etapas, prazos e a remuneração requerida. Recomenda-se ainda que os profissionais calculem suas propostas tomando como referência as tabelas indicativas de honorários aprovadas pelo CAU/BR. “Não pode haver aviltamento de valores. Não podemos especificar até onde pode ir o desconto, mas é preciso que se entenda o espírito da proposta”, afirma Napoleão.
RESERVA TÉCNICA – O arquiteto também deve abster-se de solicitar ou receber quaisquer honorários, remunerações, comissões, gratificações, vantagens, retribuições ou presentes de qualquer tipo. Essa regra visa acabar com a prática da “reserva técnica”, espécie de comissão ou propina para indicar fornecedores e produtos específicos para um projeto. A Lei 12.378 já previa essa proibição, impedindo o profissional de “locupletar-se ilicitamente, por qualquer meio, às custas de cliente, diretamente ou por intermédio de terceiros”.
O coordenador da Comissão de Ética do CAU/BR diz que essa é uma prática que degrada a responsabilidade do arquiteto e urbanista, compromete a imagem da profissão perante a sociedade e põe em dúvida a qualidade do que foi especificado. “Esse produto foi indicado pela sua qualidade, dentro de uma prática coerente, ou apenas por que o arquiteto está recebendo uma remuneração indireta do fornecedor? Essa dúvida não pode existir, em nome da imagem da coletividade dos arquitetos”, afirma Napoleão.
O Código entra em vigor a partir da data de sua publicação no Diário Oficial. As denúncias de infrações éticas deverão ser encaminhadas aos CAU/UF. As sanções aplicáveis (advertência, multa, suspensão ou cancelamento do registro profissional) serão definidas em uma nova resolução que deverá ser aprovada nos próximos 60 dias pelo Plenário do CAU/BR.
“Nossa expectativa é que haja uma mudança substancial no comportamento da profissão. Além do Código, temos a estrutura do CAU em todo o país para zelar e promover essa instituição”, afirma. “Trata-se de um avanço nas relações entre arquitetos, clientes e fornecedores. Uma das questões mais citadas nos nossos debates é um maior respeito da sociedade pelo arquiteto e urbanista. Isso é conquistado a partir do momento quando nós mesmos, como classe, nos damos ao respeito”.
Fonte: CAU/BR

terça-feira, 30 de julho de 2013

Simpósio de Gestão Urbana “ Grito das Cidades”

O Jornal do Meio Dia da TV Gazeta(Record local) fez a cobertura do Simpósio de Gestão Urbana “ Grito das Cidades” e destacou a realidade atual das cidades mato-grossense , na maior parte, sem planejamento urbano e com politicas urbanas inexistentes, enalteceu  a ação do CAU/MT em promover o debate que sugeriu diretrizes politicas a serem implantadas em conjunto com o poder público, de todas as esferas, e por técnicos para proporcionar cidades melhores para todos.







Palestra de Mobilidade Urbana


O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso – CAU/ MT realizou o Simpósio de Gestão Urbana, na última quinta (14), no auditório da Sede das Promotorias do Ministério Público Estadual, em Cuiabá. O evento intitulado “Grito das Cidades” ofereceu na sua programação técnica a palestra ”Mobilidade Urbana no Planejamento da Cidade”.
eng. José Carlos Xavier (Grafite)
Foto: Ana Eliza Lucialdo
O palestrante eng. José Carlos Xavier (Grafite) abordou questões relacionadas ao panorama brasileiro, na atualidade. Relatou o crescimento da taxa de motorização em virtude das facilidades de crédito e o aumento da renda do brasileiro; citou o ciclo favorável de investimentos em infraestrutura de mobilidade urbana desde a década de 80 oriundo das verbas direcionadas para a Copa do Mundo, os Programas de Aceleração do Crescimento do Brasil (PAC) e o Pacto de Mobilidade Urbana; mencionou a Lei 12.587/2012 que institui às diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, a Lei 11.107/2005 que refere-se a Contratação de Consórcios Públicos e destacou a Lei 12187/2009 da Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC.
Grafite enfatizou que vivemos numa cultura inversa a sustentabilidade, a inclusão social e ao direito à cidade. Com isso, apontou ineficiências na mobilidade urbana no sentido de ofertar soluções voltadas para o transporte individual esquecendo-se das questões viárias, com se fossem inesgotáveis.
Como contribuição, o palestrante sugeriu estratégias para uma política de mobilidade urbana sustentável como vincular o planejamento da cidade ao sistema de transportes, sendo possível, ao priorizar o transporte público coletivo e o não motorizado, com exemplos de aumentos de ciclovias, criação de corredores exclusivos e preferências para os ônibus, com calçadas acessíveis e faixas de pedestres, bem como medidas de racionalização ao uso do automóvel. Citou como experiência de sucesso Goiânia (GO), com a criação do Corredor Universitário com R$ 6 milhões de investimento e 3 km de extensão implantado pela prefeitura da cidade que permitiu uma melhoria no fluxo.
Corredor Universitário, Goiânia (GO)
Por Ana Eliza Lucialdo, Comunicação CAU/MT