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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Ruas cobertas por árvores e flores pelo mundo afora...

Uma bela paisagem natural já é algo deslumbrante, mas quando se une isso ao ambiente urbano o que se vê é quase mágico. Imagine então poder passear por uma rua dessas depois de um longo dia no trabalho ou uma semana cansativa.
Esses lugares espalhados pelo mundo com certeza te deixarão com vontade de relaxar junto à natureza.

1 – Molyvos, Lesbos, Grécia

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2 – Bona, Alemanha

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3 – Estocolmo, Suécia

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4 – Valência, Espanha

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5 – Cullinan, África do Sul

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6 – Túnel do Amor, Romênia

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7 – Grafton, Austrália

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8 – Washington, Estados Unidos

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9 – Porto Alegre, Brasil

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10 – Spello, Itália

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11 – Jerez de la Frontera, Espanha

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12 – Taiwan, China

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13 – Náuplia, Grécia

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14 – Positano, Itália

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15 – Brisbane, Austrália

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16 – Wisteria Tunnel, Japão

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17 – Denver, Estados Unidos

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18 – Harare, Zimbabwe

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19 – Savannah, Estados Unidos

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20 – Singapura

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21 – Kaluszyn, Polônia

Fonte: http://www.tudointeressante.com.br/

domingo, 9 de novembro de 2014

Andar de bicicleta na luz do sol: a primeira ciclovia energia solar do mundo é aberto na Holanda

Imagem de www.solaroad.nl
O projeto tem sido na fabricação desde 2009 e custou cerca de US $ 3,8 milhões. O caminho se estende cerca de 80 metros entre os subúrbios de Amesterdão Krommenie e Wormerveer - 15 quilômetros ao norte da cidade - e é para servir aproximadamente 2.000 ciclistas em uma base diária.

Groningen, Netherlands, bicycle, bike
Holandeses possui três vezes mais bicicletas que carros! A antiga cidade universitária de Groningen, no norte dos Países Baixos é uma das cidades mais amigável-bicicleta do mundo. Groningen possui cerca de 300.000 bicicletas e apenas 75.000 carros, e é um modelo de como as cidades podem limitar o tráfego de veículos e promover a bicicleta como meio de transporte preferido. A cidade de 190 mil habitantes fazem mais do que 50 por cento das suas viagens através de bicicleta.

Holanda tem uma reputação internacional como uma nação bike-friendly; É o lar de cerca de 18 milhões de bicicletas e 21.748 milhas de ciclovias. Agora, um projeto- inovador SolaRoad -aims para fazer um uso ainda maior de toda essa infra-estrutura verde com a pavimentação das ciclovias com células solares. Em 12 de novembro de 2014, o primeiro caminho se abrirá: um trecho de 70 metros (230 pés) de ciclovia da Krommenie vai se tornar a primeira à direita solar pavimentada do caminho no mundo.
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As engrenagens inteligentes em cima da SolaRoad desenvolveram primeira ciclovia solar do mundo e é bom olhar tão longe! A iniciativa-piloto localizada em Krommenie, 25 km fora de Amesterdã, depois de anos de protótipos, testes e estudos de viabilidade.
SolaRoad tem sido nas obras desde 2009, e é uma criação do instituto de pesquisa holandês TNO . Os pavers de geração de energia são criadas pela incorporação de silício cristalino células solares em 8,2 x 11,5 pés lajes de concreto, antes cobrindo-os com uma camada de um centímetro de vidro temperado. Em seguida, relata o The Guardian , um "acabamento não adesiva e uma ligeira inclinação são [nosso] para ajudar a chuva lavar a sujeira e, assim, manter a superfície limpa, garantindo o máximo de exposição à luz solar."

Krommenie será a primeira área do mundo, com um trecho de estrada solar para o uso do público em geral, e a idéia está ganhando força no mundo.
Os cientistas estão a acompanhar o caminho em seu estado atual de três anos para realizar vários testes nele. A Organização Holandesa para Pesquisa Científica Aplicada (TNO) acredita que, eventualmente, tanto quanto 20 por cento da Holanda "87 mil milhas de estrada poderia efetivamente ser feita de painéis solares.

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A pista, que entrou em operação em 21 de outubro, mas a ser inaugurado oficialmente na próxima quarta-feira, predominantemente foi financiado pelas autoridades locais. Há esperanças de estendê-lo por 10 metros em 2016, The Guardian relata. Enquanto ele vai absorver menos luz solar do que os painéis solares postados nos telhados das casas, por conta de seu baixo nível, o ângulo inclinado e acabamento não adesiva ajudará a manter a superfície clara e garantir a exposição. Os desenvolvedores esperam usar a eletricidade produzida pela estrada para luzes de rua de energia e sistemas de tráfego - ou mesmo os carros elétricos de condução na superfície. No momento, a estrada é capaz de fornecer energia para três famílias.
O país tem praticamente uma bicicleta para cada um dos 16,7 milhões de habitantes, dos quais 10 milhões estão habilitados a dirigir uma frota de “apenas” 7 milhões de automóveis. Em cada duas pessoas que deixam suas casas em direção às escolas ou universidades, uma segue de bicicleta. Mais: um em cada quatro holandeses vai para o trabalho pedalando. São 29 mil quilômetros de ciclovias ou ciclofaixas, de acordo com a União Nacional dos Ciclistas. Como comparação, a cidade de São Paulo, com 11,2 milhões de habitantes, tem 182,6 quilômetros de faixas exclusivas, 0,62% da capacidade holandesa.
Estas medidas adicionais são muito importantes, a superfície plana exigida para o trânsito não é exatamente ideal para capturar a luz solar para geração de energia . No caminho de bicicleta formar as células são de 30 por cento menos eficiente do que a que seria colocada dentro de uma instalação solar padrão. Como resultado, quando esta primeira tira de teste é estendido aos seus plenos 100 metros (328 pés) em 2016, que irá fornecer cerca de energia suficiente para abastecer três famílias.

Mas faz uso prático de uma área de superfície inexplorado, e há uma abundância de estradas disponíveis para a transformação. Na verdade, TNO não é limitar as suas ambições para ciclovias ; o instituto estima que até 20 por cento dos 140 mil quilômetros de estrada da Holanda poderia ser adaptado em SolaRoads, o que equivaleria a um 400-500 quilômetros quadrados adicionais (154-193 sq mi) de geradora de energia fotovoltaica que pode ser alimentado na rede, ou usado para sinalização de energia e semáforos.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Parklets, tendencia mundial.

Os Parklets

Criados em São Francisco, nos EUA, os parklets surgiram como forma de converter o espaço do estacionamento dos automóveis na via pública em áreas recreativas temporárias, estimulando a discussão do uso dos espaços da cidade de forma mais equilibrada. No Brasil o conceito de parklet surgiu em São Paulo, em 2012. A primeira implantação aconteceu no ano seguinte, liderada por um grupo composto por arquitetos, designers e ONGs.
Foto: Instituto Mobilidade Verde/Divulgação
A boa avaliação da população permitiu à Prefeitura de São Paulo transformar a ideia original em política pública de ocupação dos espaços públicos da cidade, revertendo áreas originalmente destinadas aos automóveis para as pessoas.

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Foto: Instituto Mobilidade Verde/Divulgação
Os parklets permitem o uso da cidade de forma democrática, permitindo que a comunidade construa seu próprio local de convívio, melhorando a paisagem urbana e transformando espaços públicos em lugares melhores para se conviver, mais arborizados, com mais equipamentos e mobiliários urbanos, beneficiando ainda um numero maior de usuários.
Foto: Instituto Mobilidade Verde/Divulgação
“Como estamos usando um espaço de carro, se não tivesse este espaço, teriam dois carros estacionados aqui. A ideia de trazer as pessoas para a rua é justamente para criarmos a discussão: se a gente está ocupando como a gente faz para as pessoas deixarem o carro em casa e virem com o transporte público? Então isso é uma interferência que a gente faz no dia a dia, é possibilitar que as pessoas encontrem esses espaços e a gente comece a discutir”, afirmou Lincoln Paiva, presidente do instituto Mobilidade Verde.

Foto: Instituto Mobilidade Verde/Divulgação

Instalação
No caso de pessoas físicas ou jurídicas, a solicitação deverá ser feita à subprefeitura competente, junto a um termo de compromisso de instalação, manutenção e remoção do parklet. Caberá também à subprefeitura averiguar a conveniência do pedido e publicar edital destinado a dar conhecimento público do mesmo.

Para instalação, a proposta deverá atender às normas técnicas de acessibilidade, diretrizes estabelecidas pela Companhia de Engenharia e Tráfego – CET e pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana – CPPU. Entre as restrições estão, por exemplo, a instalação de parklets em locais onde haja faixa exclusiva de ônibus, ciclovias ou ciclofaixas, ou em vias com limite de velocidade acima de 50 km/h.

A instalação da estrutura poderá ser de iniciativa da Administração Pública ou de qualquer munícipe (pessoa física ou jurídica). Os custos financeiros referentes à instalação, manutenção e remoção do parklet são de responsabilidade exclusiva do mantenedor.



Fontes:
http://ciclovivo.com.br/noticia/prefeitura-de-sp-substitui-vagas-por-espaco-de-convivencia
http://institutomobilidadeverde.wordpress.com/page/7/?blogsub=confirming

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Soluções para cultivar um cantinho verde


O espaço é pequeno? Não faz mal. Segue aqui, maneiras alternativas para cultivar espécies em quase todos os espaços.


A rosa-trepadeira adorna este coqueiro em uma fazenda do interior paulista. Em vez de amarrar a espécie ao tronco, a paisagista Regina Rotelli (11 3661-3985) optou por uma solução inusitada: usou duas escadas de madeira para conduzi-la. “Procurei não esticar as plantas até o topo dos suportes. A ideia é que, com o tempo, as roseiras preencham os tutores e ganhem uma cara de arbusto”, explica. Além desse, há outros cuidados fundamentais: plantar a sol pleno, podar anualmente e colocar os adubos foliar e com esterco na composição. “A espécie floresce o ano todo, à exceção do inverno, época ideal para a poda”, ensina. Já o início da primavera é propício à condução, pois é o período de maior crescimento.
Nos fundos de um sobrado, a paisagista Helena de Azevedo Freitas (11 2894-8678) organizou a área de 10 x 10 m ao redor de uma mesa de granito de 1,20 m de diâmetro, da Pagliotto (11 5041-5288). Esse móvel, assim como os bancos e as cadeiras de teca, aguenta bem as intempéries. O único elemento que pede manutenção atenta são as escaevolas (Scaevola aemula, 1), que precisam ser regadas duas vezes ao dia. De resto, basta retirar as folhas secas das espécies. Antes, o quintal tinha um piso bastante danificado e uma parte coberta de terra. “Forrar o chão com manta de drenagem e, por cima, espalhar pedriscos foi uma maneira rápida e sem quebra-quebra de unificar o ambiente”, diz a paisagista. Para completar, ela projetou um caminho de pedra miracema.
Perto do fim da reforma, a proprietária desta cobertura não via a hora de terminar a obra. Por isso, o paisagista Odilon Claro adotou soluções rápidas na renovação da área externa: cobriu o piso antigo com um deque de itaúba sem verniz e as paredes receberam uma tinta à base de terra e molduras de peroba de demolição, enquadrando meios-vasos. “No espaço definido pelas molduras, apliquei um tom mais escuro da mesma tinta, o que barateou a ideia”, diz. Ele lembra ainda que, em uma cobertura, as plantas não podem ser altas demais, senão o vento as derruba. Optou-se, então, por exemplares de baixo e médio porte, sendo que os maiores ficaram junto aos guarda-corpos, como o jasmim-amarelo (Jasminum mesnyi, 1) e a clúsia (Clusia rosea, 2). Além do jasmim, a azaleia-japonesa (Rhododendron x simsii, 3) garante flores no espaço. Móveis, vasos e plantas da Anni Verdi (11 3064-7924).
 Falta de espaço não é motivo para deixar de lado a ideia de ter um jardim em casa.. Hoje em dia existem opções para qualquer espaço. Varandas, quintais e até mesmo ambientes internos podem ser locais adequados para cultivar plantas.
Reprodução
Cobrir muros e paredes com trepadeiras; fazer um painel com orquídeas ou bromélias; canteiros com vasos pequenos e espécies diferenciadas - basta usar a criatividade e abusar dos produtos oferecidos pelo mercado de paisagismo.

Reprodução
 Só precisa ter em mente que em lugares pequenos as plantas não terão espaço para crescer e se desenvolver, por isso, o cuidado deverá ser redobrado com adubação, incidência de luz e rega. 
Jardim para leitura
Ter um espaço no seu jardim para ler um bom livro pode ser muito proveitoso. Imagina poder ocupar a cabeça com uma boa história ao ar livre, em meio ao verde, não é má ideia né!?
balanços e casinha no jardim
Toda criança ama balanços e você pode fazer de duas formas: utilizando pneus ou fazendo com madeiras de demolição. Há alguns balanços bem legais e seguros produzidos com materiais como plástico também.  A ideia da foto fica muito bacana! Já a casinha seja no gramado do jardim ou na arvore trata muita diversão para a garotada.

5 móveis para ter um Jardim em qualquer cantinho
Os jardins verticais, foram criados justamente para amenizar a falta de áreas verde em espaços pequenos. Suas aplicações se dão tanto nas paredes internas como em muros externos. São super práticos para lidar com as plantinhas.
As flores trazem beleza e perfume ao ambiente e com pequenos cuidados diários você consegue trazer um pouco da natureza pra sua casa! algumas plantas podem ser plantadas em vasos ou em seu jardim para perfumar seu ambiente.
É através da distribuição das plantas de acordo com sua cor que forma-se um belo jardim. 
Thinkstock/Getty Images
Até mesmo um simples corredor de passagem pode ser transformado em um jardim. Para ter um belo orquidário, o segredo é a criatividade na hora da composição e harmonização dos elementos. Uma das alternativas é compor o espaço escolhido com vasos de diversos tamanhos, formas, materiais e cores.
Thinkstock/Getty Images
 Todo pequeno jardim deve ser bem iluminado, preferencialmente escolhendo uma ou duas espécies para serem o destaque do jardim. “O uso de pequenas fontes de água também é interessantes pois cria sensações auditivas relaxantes”.
Charme - Para ajudar no colorido do jardim,  vaso de flores com as plantas já disponíveis na casa: orquídeas, chuva de ouro e algumas suculentas.