domingo, 1 de dezembro de 2013

Chega de fiu-fiu




lounge-empreendedor-chega-de-fiu-fiuUma Pesquisa que avalia o cenário de assédio às mulheres brasileiras, tanto em espaços públicos como no ambiente de trabalho. Pode parecer incrível, mas em todo o mundo, 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho). Quando transformamos em coisa rotineira o fato da mulher não ter espaços privados – nem mesmo serem donas do seu próprio corpo -, incentivamos a violência. E isso NÃO é normal.

Pouco se discute sobre o tamanho e a natureza do problema do assédio nas empresas, mas nenhuma mulher deveria abrir mão de sua carreira simplesmente por ter nascido mulher.

De uma troca de olhares mais demorada até um quadro de assédio sexual nem sempre há um longo percurso. Pequenos gestos, insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes… Alguns homens chegam a acreditar que todas as mulheres gostam de ser assediadas e que não deveriam reclamar; afinal, “elogios” são apenas uma forma de valorizar os predicados de sua beleza. Pura ilusão!
Quando a conduta envolve um superior hierárquico que constrange alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, o elogio é crime previsto no artigo 216-A do Código Penal.
No momento em que a participação feminina no mercado de trabalho é cada vez maior, discutir maternidade e carreira ou o equilíbrio da vida pessoal e profissional parece irrelevante quando temas como assédio e agressão entram na pauta da relação de convivência entre os gêneros.
Em muitos casos, o assédio é considerado tão comum que nem é visto como problema nas organizações. Seja por chantagem ou por intimidação, deixar-se envolver nessa situação é constrangedor e pode prejudicar a saúde psíquica e laboral da vítima.
A tendência mais comum é a mulher deixar o emprego para se ver livre da situação, pois provar que é assediada ou que sua posição não lhe garanta o direito de negar às investidas ainda é legalmente muito difícil.
Se você está passando por uma situação semelhante, lembre-se que desistir pode trazer a sensação de frustração no futuro. Antes de abandonar seus sonhos e sua carreira, existem algumas atitudes que podem acabar com o incômodo do assédio.
Seja verdadeira consigo mesma, não aceite as investidas e tenha clareza de que realmente não deseja isto para si. Ceder trará a sensação de que você nunca mais conseguirá escapar.
Converse claramente com a pessoa que vem cometendo o assédio e informe seu descontentamento com a situação. Em alguns casos, o assédio é uma questão de interpretação. Não se intimide pela posição hierárquica ou pela situação.
Conheço algumas mulheres que chegam a se culpar e por isso, escondem os fatos dos colegas ou das pessoas mais próximas. Não faça isso! Fale sobre o que vem acontecendo e se a situação não melhorar, peça ajuda àqueles que tenham poder de agir com autoridade, como um diretor ou a área de recursos humanos da organização.
Se quem está assediando você é o próprio diretor ou uma pessoa muito influente dentro da empresa, reúna provas do assédio, como bilhetes, e-mails e presentes e procure auxílio jurídico. Infelizmente, em alguns casos, é preciso cortar o mal pela raiz!
Seja qual for sua decisão, busque uma alternativa em que você se sinta protegida, livre e desimpedida para seguir sua carreira com competência e respeito.


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Filme: Querido John - Quiz de compreensão Oral



1ª parte aqui... (clicar na imagem)
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Veículo aéreo não tripulado, uma das ferramentas tecnológicas (Drone) de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha


Durante a primeira semana do evento ” Morar Mais por Menos” a empresa Protecães Brasil manteve exposto no espaço institucional do CAU/MT, um Drone, equipamento de voo não tripulado controlado por rádio que gera imagens e pode realizar vídeos e fotos da cidade à 150 metros de altura do solo, e realizou demonstrações de uso.
Os voos aconteceram na capital mato-grossense e foram desenvolvidos numa área escolhida através do Sistema de Inteligência Geográfica do CAU – IGEO, uma das ferramentas tecnológicas de Fiscalização, com a abrangência de cerca de 250 ha, localizada na região central da cidade, compreendendo os bairros Jardim Cuiabá, Goiabeiras e Verdão – sendo o último onde se localiza a Arena Pantanal, estádio em obras para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014.
      
O Fórum de Presidentes de CAU/UFs  ocorrido em Brasília, nos dias 18 e 19 de julho, discutiu questões relacionadas à Fiscalização dos Conselhos Estaduais.  O encontro proporcionou trocar experiências exitosas e apresentar tecnologias que buscam agilidade e precisão para a atuação dos profissionais de Fiscalização dos Conselhos.  Com isso, o CAU/BR tem investido fortemente em ferramentas tecnológicas – ao disponibilizar dados do Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU), ao oferecer mapas online em paralelo com emissão de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e outros complementos ofertados pelo Sistema de Inteligência Geográfica do CAU (IGEO).
Nesse sentido, o CAU/MT representando cerca de 1500 profissionais no Estado busca implementar a missão do Conselho, consolidada na Lei Federal 12.378, artigo 24, que estabelece: ” O CAU/BR e os CAUs têm como função orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”.













Dentro da importância do assunto, o CAU/MT desenvolve ações de Fiscalização,  ao criar parcerias com as Prefeituras do Estado e ao levar a temática à eventos institucionais direcionados a categoria, como a Mostra Morar Mais por Menos na qual foi demonstrada a distribuição dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo no Estado, bem como identificado todos os pontos de obras nos municípios de Mato Grosso projetados e construídos por Arquitetos.

   Fonte: http://www.caumt.org.br/?p=7668 
Por Ana Eliza Lucialdo, Drone na Arena Pantanal, voo de teste.










CAU/BR realiza treinamento de fiscalização no CAU/MT


O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, CAU/BR realiza nesta semana, de 16 a 20 de setembro, o treinamento que faz parte do Programa de Descentralização e Operacionalização do Sistema de Inteligência Geográfica (IGEO), na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso-CAU/MT, em Cuiabá.
Participantes do treinamento de IGEO no CAU/MT
O objetivo do encontro visa aprimorar os conhecimentos das ferramentas utilizadas na Fiscalização. O IGEO funciona em conjunto com o Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU) e com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE permitindo a geração de dados que norteiam as ações dos Conselhos Estaduais – CAU/ UFs como: Mapas, rebatimento territorial e identificação de registro de responsabilidade técnica (RRT) emitidas pelos profissionais.
Participam do treinamento os profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis, os arquitetos e urbanistas Claudio Miranda, presidente do CAU/MT, Amanda Souto Spanevello, gerente técnica do CAU/MT, Thalita Evangelista Del Nero, gerente técnica do CAU/RO, Matozalém Sousa Santana, gerente técnico do CAU/TO, Odenil Alcântara, agente de fiscalização do CAU/MT, Denis Lopes da Silva, agente de fiscalização do CAU/RO e Jandira Pedrollo, assessora técnica do CAU/MT.
Participam do treinamento profissionais ligados à área de Fiscalização do Conselho de Mato Grosso, Rondônia e Tocantis.
O instrutor, Humberto Malheiros, colaborador da empresa Notoriun Tecnologia, enfatiza que o conhecimento da ferramenta disponibilizada pelo CAU/BR é um grande instrumento otimizador na rotina dos profissionais dos Conselhos Estaduais.
Na abertura do treinamento, o presidente do CAU/MT, Claudio Miranda, falou da importância da capacitação e da necessidade que a ferramenta do geoprocessamento seja apropriada e internalizada, não só pela fiscalização, mas, por toda equipe de funcionários do Conselho.
O geoprocessamento permitirá ao Conselho, uma atuação mais qualificada da Fiscalização, das ações profissionais de Arquitetura e Urbanismo no território e a viabilização das sinergias possibilitadas pela inteligência geográfica do sistema.
Esse processo se baseará na atualização entre o sistema computacional e a disponibilização de ferramenta de IGEO na web, interagindo com as ações de fiscalização realizadas por meio de tablets conectados ao sistema via web.
Inclusive, o Presidente relatou a experiência do ambiente desenvolvido para a Mostra Morar Mais por Menos no Espaço do CAU/MT, que utilizou o IGEO para mapear todos os Arquitetos e Urbanistas mato-grossenses e relatou que a aceitação da iniciativa pelos profissionais foi um sucesso.